quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Deficiência Intelectual - Jogos que auxiliam na aprendizagem



A deficiência intelectual refere-se a limitações substanciais no desenvolvimento corrente. Caracteriza-se por um funcionamento intelectual significativamente inferior à média, que ocorre juntamente com limitações associadas em duas ou mais das seguintes áreas de habilidades adaptativas possíveis: comunicação, cuidado pessoal, vida doméstica, habilidades sociais, utilização da comunidade, autogoverno, saúde e segurança, habilidades acadêmicas funcionais, lazer e trabalho. A deficiência intelectual manifesta-se antes dos 18 anos.
A DI constitui uma condição permanente, embora não imutável. Por isso, é correto incluir a DI, como faz este livro, na seção das necessidades educativas especiais de caráter permanente, ainda que o desafio do educador consista justamente em tratar de mudar para melhor o grau da capacidade deficiente do educando.
Importantes conceitos comuns a diversos modelos cognitivos são aplicáveis à DI. A pessoa com deficiência tem dificuldades especiais em adquirir conhecimentos. Suas dificuldades parecem ter a ver com todos os processos cognitivos e os parâmetros de inteligência. Concretamente:
1. Se a inteligência se caracteriza em termos tanto de velocidade como de eficiência de processamento, de aprendizagem, de aquisição de conhecimentos, isso significa que os sujeitos com deficiência são mais lentos e também menos eficientes em processar, em aprender.
2. Se na eficácia de novas aprendizagens são relevantes tanto a base e a organização de conhecimentos prévios como as estratégias de processar e aprender, nos sujeitos com de deficiência supõe-se que há déficit não apenas nas destrezas e nos saberes prévios, mas também nas estratégias.

A intervenção em pessoas com DI deve ter lugar em âmbitos variados. Muitas vezes, é necessária em funções de motricidade ou de articulação física da linguagem. Por outro lado, a educação escolar também é um modo de intervenção. O nível de uma intervenção básica refere-se não a funções físicas motrizes ou de linguagem, nem tampouco a aprendizagens escolares propriamente ditas, a repertórios de conhecimentos, mas sim àquelas limitações em capacidades adaptativas às quais precisamente se refere o conceito de DI. A verdade é que, quando os objetivos educacionais, os do currículo, são formulados em termos de capacidades básicas, é difícil distinguir entre educação – ou currículo – e outro intervenção supostamente mais básica e fundamental. Em qualquer caso, é evidente que certas destrezas de autonomia elementar – vestir-se, comer sem ajuda, controlar os esfíncteres ou viajar sozinho em transporte público – se encontram em uma ordem diferente, por exemplo, do saber ler ou do saber multiplicar.


RESUMO: O jogo em sala de aula é um valioso instrumento educacional e se bem direcionado irá contribuir de maneira positiva, no processo de ensino aprendizagem. É importante ressaltar que faz parte desse processo a garantia da participação constante de todos os envolvidos. O jogo não deve ser visto apenas como passa tempo no “final da aula”, mas sim, como uma ferramenta para auxiliar o professor na sua tarefa de ensinar e aprender. Acreditando no beneficio que o jogo traz especificamente para os alunos, este trabalho foi desenvolvido utilizando jogos como recurso lúdico pedagógico.


Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo. É triste ter meninos sem escola, 
mas mais triste é vê-los enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, 
sem valor para a formação humana". 

Carlos Drumond de Andrade


Jogo de quebra cabeça



Trago para vocês uma ideia maravilhosa retirada de revista Maestra Infantil para trabalhar com crianças em creches e pré escolas e acredito que com as crianças DI seria muito interessante.
A primeira e genial ideia é esse quebra cabeça com caixas de papelão.
Você pode aproveitar todos os lados das caixas para fazer quebra cabeças diversos com figuras simples como sol, lua, estrela, nuvem , ou mudando de tema colocar um carrinho, uma boneca, ou ainda uma girafa, um cachorrinho...
Basta conseguir as caixas, forrar com jornais velhos e colorir ou forrar com TNT ou feltro , imprimir as figuras no tamanho desejado e colar as partes ou, em caso de um quebra cabeça gigante como o da foto fazer as figuras com papel cartão ou EVA e dividí-las em pedaços e colar.
Vai dar um pouco de trabalho, mas o resultado será espetacular e as crianças não amar.

Quebra Cabeça Pedagógico para crianças de Creches e Pré Escolas.

Objetivo geral: 
Proporcionar diferentes jogos enquanto estímulos essenciais para o desenvolvimento 
cognitivo e afetivo do aluno, enfocando o jogo como interação social no processo de 
construção dos conhecimentos de forma prazerosa, assim antecipa o seu desenvolvimento, 
expande a imaginação, adquire motivação, habilidades e atitudes necessárias à sua 
participação social de tal forma que possibilite o aluno descobrir, vivenciar, e modificar regras 
respeitando a individualidade. 



Referencias:

LIVRO: Desenvolvimento psicológico e educação
Transtorno de desenvolvimento e necessidades educativas especiais, vol 3
2ª  edição
 
 AXLINE, Virginia Mae; A dinâmica interior da criança: Ludoterapia. School of Education; 
New York University; Introdução: Carl R Rogers. Ed Interlivros – BH/MG, 
 
LEITE, Eliane Pisomi. Psicologia Acupuntura Psicopedagogia – Ludoterapia. CRIAR, em 
junho de 2006. 

   



sábado, 31 de agosto de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA SURDOS

      




      A tecnologia assistiva possibilita ao portador de deficiência física garantir a sua autonomia na sociedade.
     Viberth é uma criança alegre e cativante que aos poucos vai conquistando o seu espaço no ambiente escolar e fora dele. 
     Ele gosta de ler revistas em quadrinhos e brincar com os colegas.
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    A LIBRAS possui estrutura gramatical própria. Os sinais são formados por meio da combinação de formas e de movimentos das mãos e de pontos de referência no corpo ou no espaço.
    Segundo a legislação vigente, Libras constitui um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas com deficiência auditiva do Brasil, na qual há uma forma de comunicação e expressão, de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria.
    Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover Vida Independente e Inclusão.
    É também definida como "uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências" (Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995).

    Os Recursos são todo e qualquer item, equipamento ou parte dele, produto ou sistema fabricado em série ou sob medida utilizado para aumentar, manter ou melhorar as capacidades funcionais das pessoas com deficiência. Os Serviços, são definidos como aqueles que auxiliam diretamente uma pessoa com deficiência a selecionar, comprar ou usar os recursos acima definidos.
Recursos
     Podem variar de uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Estão incluídos brinquedos e roupas adaptadas, computadores, softwares e hardwares especiais, que contemplam questões de acessibilidade, dispositivos para adequação da postura sentada, recursos para mobilidade manual e elétrica, equipamentos de comunicação alternativa, chaves e acionadores especiais, aparelhos de escuta assistida, auxílios visuais, materiais protéticos e milhares de outros itens confeccionados ou disponíveis comercialmente.
    Serviços
    São aqueles prestados profissionalmente à pessoa com deficiência visando selecionar, obter ou usar um instrumento de tecnologia assistiva. Como exemplo, podemos citar avaliações, experimentação e treinamento de novos equipamentos.
    Os serviços de Tecnologia assistiva são normalmente transdisciplinares envolvendo profissionais de diversas áreas, tais como:
Fisioterapia
Terapia ocupacional
 Fonoaudiologia
 Educação                                
 Psicologia
 Enfermagem
 Medicina
 Engenharia                                                                                             Arquitetura
 Design
Técnicos de muitas outras especialidades;

    No que diz respeito aos surdos, tecnologias assistivas seriam todos os meios que auxiliam a educação privilegiando a interação com o mundo por meio da visualidade, sendo assim recursos como imagens, vídeos, materiais concretos e até mesmo a internet se tornam essenciais para esta comunidade. Tecnologias assistivas também têm sido preparadas para atender os surdos; aparelhos de vídeo-chamada, softwares de tradução de texto escrito para Língua de Sinais, dicionários de Libras entre outros são alguns bons exemplos.
A forma de utilização dessas tecnologias é essencial para poder auxiliar de fato a comunicação entre surdos. É fundamental que o profissional que for trabalhar com os surdos e decidir utilizar essas estratégias tenha conhecimento sobre a comunidade surda e compreenda a importância de estratégias específicas para a educação de surdos.

    TA de apoio à educação de surdos brasileiros disponíveis na internet são, em sua maioria, voltado para o ensino de Libras ou para crianças da educação infantil.





Dicionário de LIBRAS Ilustrado (CD-Rom). Governo do Estado de São Paulo.
http://www.saopaulo.sp.gov.br/hotsite/libras/index.htm
Língua Brasileira de Sinais. AJA - Associação do Jovem Aprendiz.
http://www.libras.org.br









segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O trabalho desenvolvido pelo professor de AEE

O trabalho desenvolvido pelo professor do AEE



            A organização do atendimento educacional especializado considera as peculiaridades de cada aluno.
            Para atuar no AEE, o professor deve ter formação especifica para este exercício que atenda aos objetivos da educação especial na perspectiva da educação inclusiva.

            O professor de AEE deve auxiliar na elaboração do plano pedagógico que inclua o atendimento educacional especializado e executá-lo; articular meios que possibilite a plena formação do aluno; organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais e utilizar estes recursos, fazendo valer o objetivo de cada um. É necessário que o professor conheça o aluno, suas limitações, suas potencialidades e necessidades, para tanto deve ser elaborado um estudo de caso dos alunos atendido, o qual facilitará o desenvolvimento e as estratégias do seu trabalho. 

         Com base nesses dados de estudo de caso o professor elaborara o plano de AEE, definindo o tipo de atendimento para o aluno, os materiais que deverão ser produzidos entre outros elementos constituintes  desse estudo partindo da preposição de um caso á elaboração do plano de AEE para salas de SRM.



quarta-feira, 22 de maio de 2013

EAD - Pesquisa sobre AEE

    Atendimento Especializado-Escola Colegas, navegando pela internet entrei no site sobre Atendimento Educacional Especializado escola encontrei informações muito interessantes onde novas formas de apoio à inclusão escolar são apontadas. Esclarece-nos a necessidade da interação, socialização e a superação de dificuldades de professores e alunos numa visão mais ampla do saber. Não deixem de conferir! Naveguem! atendimento educacional especializado - Sociedade Inclusiva ... www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/.../ATENDIMENTO%20EDUCAC...

http://www.sociedadeinclusiva.pucminas.br/.../ATENDIMENTO%20EDUCAC...‎
atendimento educacional especializado - Sociedade Inclusiva ...

Educação a distância - um desafio


    Trabalho em uma escola municipal à quinze anos e a um ano me formei em um curso de graduação,Pedagogia, pela ULBRA,educação à distância.Foi um curso de três anos e meio muito apertado,pois me dediquei ao máximo.
    Ao optar pelo curso de pós-graduação não foi diferente, tinha consciência que o desafio seria muito grande e de todos os possíveis obstáculos a enfrentar em busca de novos horizontes.
As dúvidas vão surgindo,as leituras e reflexões nos fazem compreende-las melhor e Segundo o autor Jorge Larrasa “Estudar é ler perguntando”.
    O curso on-line dá bastante asas a quem o faz interagindo com os outros alunos e adquirido novos conhecimentos.A educação à distância está cada vez mais ganhando espaço,confiança e a credibilidade de todos. 
    È de forma responsável que cada aluno deve ter uma postura crítica adequando-se à melhor maneira de acordo com sua disponibilidade.A postura do aluno é de extrema importância em um curso on-line. 


Veja o vídeo e fique ligado na era digital!



Vídeo Rafinha 2.0. 
A tecnologia hoje toma conta de todo o mundo.Assim como Rafinha estamos vivendo na era da informatização e da globalização.Um mundo competitivo , exigente e conectado sempre.Acredito que as informações de forma adequada podem abrir as mais variadas oportunidades a serem compartilhadas por acessos imediatos, baseadas em interesses específicos de cada um conectando pessoas,ampliando o mercado de trabalho,serviços e conquistando consumidores em qualquer lugar e a qualquer momento.



Divirta-se HelpDesk na idade média!




Nos tempos da idade média os recursos tecnológicos quase não existiam dificultando muito a vida de toda a população.Um simples livro era visto como algo inovador capaz de conter coisas inesperadas.Eles não eram capazes de sequer manusea-lo precisavam de ajuda para saber o que poderiam fazer com tanta informação capaz de "sumir" a qualquer momento.Foi explorando,inventando e inovando pouco a pouco que hoje somos capazes de ter o mundo em nossas mãos tornando possível a aquisição e troca das mais variadas informações. 
"Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção." Paulo Freire