A deficiência intelectual
refere-se a limitações substanciais no desenvolvimento corrente. Caracteriza-se
por um funcionamento intelectual significativamente inferior à média, que
ocorre juntamente com limitações associadas em duas ou mais das seguintes áreas
de habilidades adaptativas possíveis: comunicação, cuidado pessoal, vida
doméstica, habilidades sociais, utilização da comunidade, autogoverno, saúde e
segurança, habilidades acadêmicas funcionais, lazer e trabalho. A deficiência
intelectual manifesta-se antes dos 18 anos.
A DI constitui uma condição permanente,
embora não imutável. Por isso, é correto incluir a DI, como faz este livro, na
seção das necessidades educativas especiais de caráter permanente, ainda que o
desafio do educador consista justamente em tratar de mudar para melhor o grau
da capacidade deficiente do educando.
Importantes conceitos comuns a
diversos modelos cognitivos são aplicáveis à DI. A pessoa com deficiência tem
dificuldades especiais em adquirir conhecimentos. Suas dificuldades parecem ter
a ver com todos os processos cognitivos e os parâmetros de inteligência.
Concretamente:
1. Se a inteligência se
caracteriza em termos tanto de velocidade como de eficiência de processamento,
de aprendizagem, de aquisição de conhecimentos, isso significa que os sujeitos
com deficiência são mais lentos e também menos eficientes em processar, em
aprender.
2. Se na eficácia de novas
aprendizagens são relevantes tanto a base e a organização de conhecimentos prévios
como as estratégias de processar e aprender, nos sujeitos com de deficiência
supõe-se que há déficit não apenas nas destrezas e nos saberes prévios, mas
também nas estratégias.
A intervenção em pessoas com DI
deve ter lugar em âmbitos variados. Muitas vezes, é necessária em funções de
motricidade ou de articulação física da linguagem. Por outro lado, a educação
escolar também é um modo de intervenção. O nível de uma intervenção básica
refere-se não a funções físicas motrizes ou de linguagem, nem tampouco a
aprendizagens escolares propriamente ditas, a repertórios de conhecimentos, mas
sim àquelas limitações em capacidades adaptativas às quais precisamente se
refere o conceito de DI. A verdade é que, quando os objetivos educacionais, os
do currículo, são formulados em termos de capacidades básicas, é difícil
distinguir entre educação – ou currículo – e outro intervenção supostamente
mais básica e fundamental. Em qualquer caso, é evidente que certas destrezas de
autonomia elementar – vestir-se, comer sem ajuda, controlar os esfíncteres ou
viajar sozinho em transporte público – se encontram em uma ordem diferente, por
exemplo, do saber ler ou do saber multiplicar.
RESUMO: O jogo em sala de aula é um valioso instrumento educacional e se bem direcionado irá contribuir de maneira positiva, no processo de ensino aprendizagem. É importante ressaltar que faz parte desse processo a garantia da participação constante de todos os envolvidos. O jogo não deve ser visto apenas como passa tempo no “final da aula”, mas sim, como uma ferramenta para auxiliar o professor na sua tarefa de ensinar e aprender. Acreditando no beneficio que o jogo traz especificamente para os alunos, este trabalho foi desenvolvido utilizando jogos como recurso lúdico pedagógico.
Brincar não é perder tempo, é ganhá-lo. É triste ter meninos sem escola,
mas mais triste é vê-los enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis,
sem valor para a formação humana".
Carlos Drumond de Andrade
Jogo de quebra cabeça
Trago para vocês uma ideia maravilhosa retirada de revista Maestra Infantil para trabalhar com crianças em creches e pré escolas e acredito que com as crianças DI seria muito interessante.
A primeira e genial ideia é esse quebra cabeça com caixas de papelão.
Você pode aproveitar todos os lados das caixas para fazer quebra cabeças diversos com figuras simples como sol, lua, estrela, nuvem , ou mudando de tema colocar um carrinho, uma boneca, ou ainda uma girafa, um cachorrinho...
Basta conseguir as caixas, forrar com jornais velhos e colorir ou forrar com TNT ou feltro , imprimir as figuras no tamanho desejado e colar as partes ou, em caso de um quebra cabeça gigante como o da foto fazer as figuras com papel cartão ou EVA e dividí-las em pedaços e colar.
Vai dar um pouco de trabalho, mas o resultado será espetacular e as crianças não amar.
A primeira e genial ideia é esse quebra cabeça com caixas de papelão.
Você pode aproveitar todos os lados das caixas para fazer quebra cabeças diversos com figuras simples como sol, lua, estrela, nuvem , ou mudando de tema colocar um carrinho, uma boneca, ou ainda uma girafa, um cachorrinho...
Basta conseguir as caixas, forrar com jornais velhos e colorir ou forrar com TNT ou feltro , imprimir as figuras no tamanho desejado e colar as partes ou, em caso de um quebra cabeça gigante como o da foto fazer as figuras com papel cartão ou EVA e dividí-las em pedaços e colar.
Vai dar um pouco de trabalho, mas o resultado será espetacular e as crianças não amar.

Objetivo geral:
Proporcionar diferentes jogos enquanto estímulos essenciais para o desenvolvimento
cognitivo e afetivo do aluno, enfocando o jogo como interação social no processo de
construção dos conhecimentos de forma prazerosa, assim antecipa o seu desenvolvimento,
expande a imaginação, adquire motivação, habilidades e atitudes necessárias à sua
participação social de tal forma que possibilite o aluno descobrir, vivenciar, e modificar regras
respeitando a individualidade.
Referencias:
LIVRO: Desenvolvimento psicológico e educação
Transtorno de desenvolvimento e necessidades educativas especiais, vol 3
2ª edição
AXLINE, Virginia Mae; A dinâmica interior da criança: Ludoterapia. School of Education;
New York University; Introdução: Carl R Rogers. Ed Interlivros – BH/MG,
LEITE, Eliane Pisomi. Psicologia Acupuntura Psicopedagogia – Ludoterapia. CRIAR, em
junho de 2006.
